• Mensagem do Superior Geral

    A mensagem deste ano do Superior Geral para a festa de São Marcelino Champagnat, dia 6 de junho, está marcada pelo contexto da celebração do Ano Fourvière e do Jubileu da Misericórdia.

    “Champagnat e seus jovens amigos sacerdotes sonhavam com uma igreja mariana, ou seja, com entranhas de misericórdia”, sublinha o Ir. Emili Turú. “Sonhavam com uma comunidade cristã que tivesse a misericórdia como base de sua vida e missão”.

    O Ir. Felix Donald Banam relembra a todos o gesto simbólico do Papa, que chama à reconciliação, inaugurando o ano jubilar na capital da República Centro Africana, em novembro de 2015.

    Partindo do princípio que a misericórdia dá vida, o Ir. Emili convidou duas maristas de Champagnat (Carole Wark e Giusy Orlando) a falar sobre a experiência de ser mãe, pois elas podem nos explicar a relação que existe entre essa experiência e a palavra misericórdia, como fica evidente na raiz etimológica hebraica da palavra.

    Na segunda parte da mensagem, o Superior Geral sublinha que o Ano Jubilar nos convida a sermos misericordiosos como o Pai, “a amar concretamente todas as pessoas, deixando-nos comover pelas suas necessidades”, abrindo os corações, como pede o Papa, “a todos aqueles que vivem nas mais contraditórias periferias existenciais, que muitas vezes o mundo contemporâneo cria de forma dramaticamente”.

    O Ir. Emili lembra que há muitos maristas que já realizam esse chamado feito pelo papa. É nesse contexto que dá, então, espaço aos Irmãos da África: René M’bumba Nsasi (República Democrática do Congo), Straton Malisaba (Ruanda), para que nos desafiem na busca da atuação do ideal de São Marcelino.

    “Os Irmãos da África nos lembram que não se necessitam tantos meios para exercer a misericórdia. Basta um coração sensível e fraterno, e uma grande confiança em Maria, nossa boa e terna Mãe”, resume o Ir. Emili.

    Por fim, o Superior Geral, recordando que o “projeto de Fourvière” é um projeto de misericórdia, agradece o dom dos diferentes ramos maristas, que nos últimos 200 anos “têm se esforçado para ser presença misericordiosa do Pai no estilo de Maria”.

    O Ir. Emili conclui pedindo “que São Marcelino e o testemunho de tantos maristas de Champagnat em todo o mundo, tornem-nos mais fieis ao espírito de Fourvière, mais misericordiosos". 

    Partilha a notícia

    Últimas notícias


    Procuramos Professores

    A tua paixão é a educ...

    [Ler +]


    Ser novo educador

    110 novos educadores de todos os es...

    [Ler +]


    Quarto momento do ELEM

    Identidade espiritual, Espiritualid...

    [Ler +]