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A Província Marista de Compostela e as obras educativas e sociais que dela fazem parte, assim como todas as pessoas nelas envolvidas, manifestamos:

QUE NOS COMPROMETEMOS a tomar todas as medidas necessárias para promover o bemestar dos menores, protegê-los de todos os perigos, da exploração e do abuso e defender os seus direitos. Este compromisso que assumimos nasce da fundamental convicção de que a infância merece ser tratada com amor e respeito e de forma equitativa. A dignidade dos menores enquanto pessoas ou seres humanos é inviolável. A sua segurança e proteção serão sempre a nossa principal prioridade. 

SENTIMO-NOS ESTIMULADOS, com ênfase renovado, a trabalhar juntos em redes de colaboração que melhorem o acesso das crianças e jovens à informação pertinente e relacionada com assuntos que lhes digam respeito, a contribuir para que os menores tomem consciência de que são sujeitos de direitos e a elaborar métodos e instrumentos que assegurem a sua participação significativa nas políticas que os afetam nas nossas instituições.

  Equipa de Proteção à Infância:

  - Lorena Formoso Pou,  Orientadora da Coruña
  - José Carlos Dominguez Alonso, Orientador de Ourense
  - Paulo Jorge Carvalho Pacheco, Director da Obra Social de O Lar Marista de Ermesinde
  - Salvador Hidalgo del Cano, Coordinador do Conselho de Missão de Compostela
  - Susana Varas Pérez, Professora de Salamanca

 

 

 


  • Estabelecer uma política escrita de proteção de menores e difundi-la nas comunidades educativas.
  • Estabelecer procedimentos para prevenir qualquer forma de maus-tratos de menores.
  • Assegurar que nos processos de seleção de pessoas dos nossos centros educativos se tenha em conta esta política.
  • Promover a formação e a sensibilização de todos os agentes educativos em favor da proteção e defesa dos menores contra qualquer forma de maus-tratos.
  • Dispor de uma estrutura organizativa que facilite a tarefa de resolução de possíveis casos de maus-tratos ou abuso.
  • Dispor de protocolos de atuação que serão ativados no momento em que se dê qualquer situação ou suspeita de maus-tratos de um menor.
  • Apoiar o menor quando esteja sendo ou tenha sido vítima de maus-tratos e assessorar a família no processo de resolução da situação.
  • Realizar auditorias internas, de forma periódica, que avaliem o nível de implantação e desenvolvimento da política institucional de proteção de menores.

Download do Tríptico Contigo - Proteção de Menores